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Grande Prêmio do Cinema Brasileiro divulga finalistas

A Academia Brasileira de Cinema divulgou a lista dos finalistas da 16ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Cinco filmes estão na disputa ao prêmio de Melhor longa-metragem de ficção: “Aquarius”, “Boi Neon”, “Elis”, “Mãe só há uma” e “Nise – O coração da loucura”. O longa-metragem “Elis”, de Hugo Prata, encabeça a lista de indicações (12), seguido de “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho (11) e “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro (10). Ao todo, 35 longas e 18 curtas-metragens concorrem em 24 categorias. A cerimônia de premiação acontece no dia 5 de setembro (terça-feira), a partir das 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Concorrem à estatueta de Melhor direção Afonso Poyart, por “Mais forte que o mundo – A história de José Aldo”, Anna Muylaert, por “Mãe só há uma”, David Schurmann, por “Pequeno segredo”, Gabriel Mascaro, por “Boi Neon” e Kleber Mendonça Filho, por “Aquarius”.

Para o prêmio de melhor fotografia disputam Adrian Teijido, ABC por “Elis”, André Horta por “Nise – o coração da loucura”, Diego Garcia por “Boi Neon”, Marcelo Corpanni, ABC, por “Reza a Lenda” e Mauro Pinheiro Jr., ABC por “Meu Amigo Hindu”. Já para o prêmio de melhor arte concorrem Clovis Bueno, Isabel Xavier e Caroline Schamall por “Meu Amigo Hindu”, Daniel Flaksman por “Nise – O coração da loucura”, Frederico Pinto por “Elis”, Juliana Ribeiro por “O Shaolin do Sertão”, e Juliano Dornelles e Thales Junqueira por “Aquarius”.

Os finalistas da categoria de melhor som são Alfredo Guerra e Érico Paiva por “O Shaolin do Sertão”, Fabian Oliver, Mauricio D’orey e Vicent Sinceretti por “Boi Neon”, Gabriela Cunha, Daniel Turini, Fernando Henna e Paulo Gama por “Sinfonia da Necrópole”, Jorge Rezende, Alessandro Laroca, Armando Torres Jr., ABC E Eduardo Virmond Lima por “Elis” e Nicolas Hallet e Ricardo Cutz por “Aquarius”, e Paulo Ricardo Nunes, Miriam Biderman; ABC, Ricardo Reis, ABC e Paulo Gama por “Reza a Lenda”

O VOTO POPULAR abre no dia 01 de agosto, onde público vai poder eleger seus preferidos através do site www.academiabrasileiradecinema.com.br nas categorias “Melhor longa-metragem ficção”, “Melhor longa-metragem documentário” e “Melhor longa-metragem estrangeiro”. Os filmes serão exibidos a partir do dia 10 de agosto em salas de cinema de seis cidades, em diferentes regiões do país: Rio de Janeiro (Naves do conhecimento – Madureira, Triagem e Engenhão, Duque de Caxias e Niterói), Paraíba (João Pessoa e Sousa), Minas Gerais (Belo Horizonte), Pernambuco (Recife), Santa Catarina (Florianópolis) e São Paulo (Circuito SPCine), uma ótima oportunidade para quem não conseguiu assistir ou quiser rever as produções. A votação popular vai até o dia da cerimônia.

A premiação terá direção e roteiro de Bia Lessa. A cerimônia terá transmissão ao vivo do Canal Brasil.

Homenagens

A 16ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro fará uma grande homenagem à sétima arte, destacando importantes nomes e empresas que colaboraram para a trajetória do cinema nacional. O ator Antonio Pitanga, um dos maiores representantes do Cinema Novo, que participou de mais de 50 produções cinematográficas – entre elas “Bahia de todos os Santos” (1960, sua primeira aparição no cinema, onde ganhou o apelido Pitanga), “O pagador de promessas” (1962), “Zuzu Angel” (2006) e “Eu receberia as piores notícias de seus lindos lábios” (2011) – será um dos homenageados, ao lado da atriz e diretora Helena Ignez, musa de Glauber Rocha e ícone do Cinema Marginal – que participou de filmes de sucesso como “Assalto ao trem pagador” (1962), “O padre e a moça”, “O bandido da luz vermelha” (1968), tendo fundado também a produtora Belair, em parceria com Rogério Sganzerla (com quem foi casada) e Júlio Bressane.

Ainda serão destacados na cerimônia os 100 anos de história do Grupo Severiano Ribeiro/Kinoplex, empresa do ramo de exibição presente em 19 cidades de quase todas as regiões do país; e a Cinemateca Brasileira, instituição responsável pela preservação da produção audiovisual brasileira, que receberá o Prêmio especial de preservação pelo expressivo trabalho de acervo, formado por cerca de 245 mil rolos de filmes, e pela resistência na manutenção de suas atividades. Em uma época em que todos os conteúdos audiovisuais só podem ser transmitidos digitalmente em qualquer plataforma, o trabalho de Preservação se torna fundamental na conservação da memória de uma nação.

Para conhecer a lista completa dos finalistas, acesse o site da Academia Brasileira de Cinema.

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