ABC realiza live com Adirley Queirós e Geórgia Cynara

Na quarta, dia 16 de setembro, às 17h, a ABC realizará no seu canal do Instagram (@abcine) uma live com Adirley Queirós e Geórgia Cynara, que conversarão sobre som e trilhas musicais nos filmes do diretor.

Adirley Queirós é graduado em Cinema na UnB (Universidade de Brasília) e vive na Ceilândia desde 1978. Ex-jogador de futebol, Adirley dirigiu e produziu curtas e longas-metragens e recebeu mais de 60 prêmios no Brasil e no exterior, incluindo os principais prêmios do Festival de Brasília (em 2005 com o curta “Rap o Canto da Ceilândia” e em 2014 com seu filme mais recente, “Branco Sai, Preto Fica”). “Branco Sai” recebeu mais de 30 prêmios no Brasil e no mundo entre menções honrosas e prêmios de melhor filme. Adirley Queirós também concebeu e é líder do núcleo criativo CEICINE, que encabeça o desenvolvimento e a produção de seis roteiros de longa-metragem. Adirley Queirós é fundador do CEICINE – Coletivo de Cinema da Ceilândia, grupo ativo nas questões estéticas e buscas de novas linguagens cinematográficas, também focado nas políticas  culturais do Distrito Federal e que mantém desde 2012 um cineclube na cidade. Seus longas foram lançados comercialmente pela distribuidora Vitrine Filmes. Militante cultural na cidade, atua em várias frentes no universo do audiovisual e da atividade cultural. É diretor cinematográfico, roteirista, produtor executivo, educador e palestrante. Realizou, como diretor e produtor executivo, diversos filmes para salas de cinema e televisão, sendo reconhecido e premiado por suas obras. Recentemente lançou seu segundo longa-metragem, intitulado “Era Uma Vez Brasília”, o qual foi bem recebido pelo público e crítica, recebendo o prêmio de melhor direção no 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Geórgia Cynara é Doutora em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), com pesquisa sobre a música no cinema brasileiro contemporâneo. Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Goiás (UFG), especialista em Cinema e Educação pelo Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás, graduada em Comunicação Social/Jornalismo pela UFG. Atua nas áreas de Comunicação, Música, Audiovisual, Cinema e Educação. É violinista e compositora das trilhas musicais dos curtas-metragens goianos “Sexodrama” (Alyne Fratari, Goiânia, 2006), “14 BIS” e “Escadaria” (Guilherme Mendonça, Goiânia, 2006), “AnoniMATO” (Orlando Lemos, Goiânia, 2006) e “A câmera de João” (Aristótelis Cardoso, 2017 – em parceria com o compositor Rogério Sobreira); técnica de som direto do curta “Marcas D’água” (Thaís Oliveira, Goiânia, 2010); editora de som e compositora da música do média-metragem documental “Minha avó era Palhaço” (Mariana Gabriel e Ana Minehira, São Paulo, 2015). Como curadora, já participou de festivais como Mostra da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas – Seção Goiás (2006), Goiânia Mostra Curtas (2016, 2017) e Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (2011, 2012 e 2017). É uma das coordenadoras (2020-2022) do Seminário Temático Estilo e Som no Audiovisual da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (Socine) e docente efetiva nos cursos de Bacharelado em Cinema e Audiovisual e da Pós-Graduação Lato Sensu em Cinema e Audiovisual: Linguagens e Processos de Realização, ambos da Universidade Estadual de Goiás (UEG), onde atualmente ministra as disciplinas de Introdução à Linguagem Sonora e Crítica e Curadoria.

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