Cinusp apresenta a mostra 1968: como está não vai ficar

Entre os dias 29 de outubro e 02 de dezembro,  50 anos depois, o CINUSP retoma um dos anos mais turbulentos do século XX com a mostra 1968: como está não vai ficar, com 23 filmes sobre o período, contemplando desde registros feitos no calor do momento a análises e retrospectivas posteriores. Conta ainda com um debate no dia 08 de novembro após a exibição do filme 68, guiado pelo professor e pesquisador Celso Favaretto.

Período único e complexo, os movimentos de 1968 – tanto os políticos como os cinematográficos – fazem parte de uma atmosfera internacional, em grande parte interconectada, de contestações políticas, sociais e culturais. Incentivados por teorias políticas, revoluções pelo globo e estimuladas por eventos como a guerra do Vietnã, os protestos, e filmes, foram marcados por ideais progressistas e lutaram pelos direitos dos trabalhadores, das minorias e da democracia.

Os protagonistas dessas ações foram principalmente estudantes e operários, muitas vezes de forma unida, e no Brasil fomentou mobilizações contra os avanços da ditadura militar. Apesar de expressivos e inovadores, esses movimentos não obtiveram o êxito desejado, sendo duramente reprimidos e dissipados.

O CINUSP convida todos a confrontar na mostra 1968: como está não vai ficar o olhar do cinema para o ano que serve como referência para os anos presentes e futuros. Além das sessões na sala da Cidade Universitária, a mostra contará com sessões no Centro Universitário Maria Antônia, palco de um dos maiores eventos do ano no Brasil.

Para mais informações e conhecer a programação, acesse o site do Cinusp.

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