ABC exibe gratuitamente o filme “O Mestre da Fumaça” na Cinemateca Brasileira 

Evento acontece dia 16 de dezembro, às 19h, e conta com debate com a equipe
Foto De Divulgacao Eiryookura Paula Zago Thiago Stechinni Cleber Colombo

A Sessão ABC, evento realizado pela Associação Brasileira de Cinematografia – ABC desde 2002, exibirá gratuitamente o filme “O Mestre da Fumaça”, dirigido por André Sigwalt e Augusto Soares, no dia 16 de dezembro, sábado, às 19h, na Cinemateca Brasileira. 

Após a exibição do longa, acontece um debate com as presenças dos diretores, das diretoras de arte Monica Palazzo e Fernanda Frate e do colorista Raphael Borghi. A mediação será do diretor de fotografia Cesar Ishikawa.

SINOPSE 

Em 1949, quando um famoso Mestre da Fumaça se recusa a treinar os exércitos da Tríade, a máfia chinesa lança sobre ele a temida vingança das Três Gerações. Ao morrer, o mestre descobre que seu filho e seu neto terão que lutar por suas vidas com as próprias mãos, em uma luta supostamente justa. Apesar de lutar com maestria, o primogênito não resiste, e a maldição atinge a terceira geração quando dois irmãos, Daniel e Gabriel, escapam com vida para serem criados por Abel, um mestre de kung fu que prepara o mais velho para treinar com o último Mestre da Fumaça. Mas, em 2001, é difícil encontrar lacaios que respeitem a tradição, e o plano da Tríade dá errado quando brigas entre a máfia e o grupo de alunos do Mestre Abel acabam deixando Daniel hospitalizado um ano antes da luta final. Neste momento, Gabriel, o irmão mais novo, finalmente descobre a verdade sobre sua rixa familiar e decide procurar o Mestre da Fumaça por conta própria, sem nenhum treinamento prévio, apenas para descobrir que o grande mestre não quer treiná-lo. Com pouco tempo para salvar o irmão, Gabriel precisa conquistar a confiança de seu novo mestre e aprender as técnicas desse estilo de arte marcial polêmico e chapado para conseguir sobreviver a Caine, o líder invicto da Tríade, e acabar com a vingança das 3 Gerações. Be Smoke, my friends.

FICHA TÉCNICA

DIREÇÃO: André Sigwalt & Augusto Soares
ROTEIRO: André Sigwalt, Augusto Soares e Fabrizio Fernandes
PRODUÇÃO: André Sigwalt & Augusto Soares
TRILHA SONORA: André Abujamra e Eron Guarnieri
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Fabio Dellore e Thiago Freire
DIREÇÃO DE ARTE: Monica Palazzo, ABC e Fernanda Frate
FIGURINO: Heloisa Aranha
MAQUIAGEM: Jess Monge
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: André Sigwalt
COLORISTA: Raphael Borghi
MONTAGEM: Alexandre Britto
SOM DIRETO: Rafa Cumis
DESENHO DE SOM: Miriam Biderman, ABC e Ricardo Reis, ABC (Effects Filmes)

SERVIÇO

Sessão ABC “O Mestre da Fumaça”
Data: 16 de dezembro de 2023
Horário: 19h
Local: Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino – SP
Evento gratuito
abcine.org.br / @abcine

ABC

A Associação Brasileira de Cinematografia (ABC), fundada em 2000, reúne profissionais do audiovisual brasileiro. Hoje são mais de 450 associadas e associados e uma série de atividades realizadas, como oficinas e master classes. Através de um fórum, da Sessão ABC, Prêmio ABC, Semana ABC, do Informe ABC, boletim eletrônico enviado a cerca de duas mil pessoas, e da ABC Cursos de Cinema procura-se incentivar a troca de ideias e informações a respeito da área, além de dados sobre aperfeiçoamento técnico e artístico.

CINEMATECA BRASILEIRA

A Cinemateca Brasileira, maior acervo de filmes da América do Sul e membro pioneiro da Federação Internacional de Arquivo de Filmes – FIAF, foi inaugurada em 1949 como Filmoteca do Museu de Arte Moderna de São Paulo, tornando-se Cinemateca Brasileira em 1956, sob o comando do seu idealizador, conservador-chefe e diretor Paulo Emílio Sales Gomes. Compõem o cerne da sua missão a preservação das obras audiovisuais brasileiras e a difusão da cultura cinematográfica. Desde 2022, a instituição é gerida pela Sociedade Amigos da Cinemateca, entidade criada em 1962, e que recentemente foi qualificada como Organização Social.

O acervo da Cinemateca Brasileira compreende mais de 40 mil títulos e um vasto acervo documental (textuais, fotográficos e iconográficos) sobre a produção, difusão, exibição, crítica e preservação cinematográfica, além de um patrimônio informacional online dos 120 anos da produção nacional. Alguns recortes de suas coleções, como a Vera Cruz, a Atlântida, obras do período silencioso, além do acervo jornalístico e de telenovelas da TV Tupi de São Paulo, estão disponíveis no Banco de Conteúdos Culturais para acesso público.

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