Canal Brasil lança primeira plataforma de streaming com foco em documentários nacionais

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O documentarista Eduardo Coutinho durante gravação de “Edifício Master” (2002). Foto: IMS/Divulgação

O Canal Brasil lançou neste mês o DOC Canal Brasil, primeiro serviço de streaming totalmente dedicado aos documentários nacionais. Cerca de 2 mil títulos (entre filmes, séries e programas de TV) vão integrar o catálogo ao longo dos próximos meses, incluindo obras do documentarista Eduardo Coutinho (1933-2014) e produções sobre personalidades como Carmen Miranda, Pelé, Ayrton Senna, Dorival Caymmi, o cacique Raoni, o fotógrafo Sebastião Salgado e os músicos do Clube da Esquina (Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes e Flávio Venturini, entre outros).

O serviço está disponível no Prime Video (com 30 dias de teste gratuitos) e, a partir do segundo mês, a assinatura custa R$ 9,90.

O Canal Brasil destaca que, entre os diferenciais do novo streaming, estão o acervo diverso e de qualidade, a presença de documentários premiados, a preservação de obras raras e digitalizadas e o fomento a novos(as) realizadores(as).

Entre os destaques do DOC Canal Brasil, estão documentários como “Cabra Marcado para Morrer” (1983), “Santo Forte” (1999), “Babilônia 2000” (2000), “Edifício Master” (foto acima, 2002), “O Fim e o Princípio” (2005), “Jogo de Cena” (2007) e “Últimas Conversas” (2015), todos dirigidos por Eduardo Coutinho; “Ônibus 174” (2001), de José Padilha; “Rock Brasília – Era de Ouro” (2011) e “O País de São Saruê” (1971), de Vladimir Carvalho; “Jango” (1984), de Silvio Tendler; “A Negação do Brasil” (2000), de Joel Zito Araújo; “Entreatos” (2004), “No Intenso Agora” (2017), “Nelson Freire” (2003) e “Notícias de uma Guerra Particular” (1999), de João Moreira Salles; “Aeroporto Central” (2018), de Karim Aïnouz; “Que Bom Te Ver Viva” (1989), de Lúcia Murat; “No Céu da Pátria Nesse Instante” (2025), de Sandra Kogut; “A Entrevista” (1966) e “Carmen Miranda: Bananas Is My Business” (1995), de Helena Solberg; “Uma Noite em 67” (2010), de Renato Terra e Ricardo Calil; “Bixa Travesty” (2018), de Kiko Goifman e Claudia Priscilla; “Antonio Candido – Anotações Finais” (2024), de Eduardo Escorel; e a série “Primavera nos Dentes – A História do Secos & Molhados” (2025), de Miguel De Almeida.

São nomes que têm ajudado a construir a trajetória do documentário no Brasil e inspiram as novas gerações, que seguem reafirmando a força e a pluralidade do gênero no cenário atual.

Mais informações em https://canalbrasilimprensa.com.br/ e @canalbrasil.

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